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 Arouca propõe emprestar seis milhões à Estradas de Portugal para conclusão da variante
2011-09-29

A autarquia de Arouca está disponível para emprestar à empresa pública Estradas de Portugal seis milhões de euros, de modo a garantir a construção da via estruturante que liga o concelho ao Litoral, uma estrada há muito reclamada pelos arouquenses, mas sucessivamente adiada pelo Governo.

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal de Arouca, Artur Neves, na sessão de abertura da 67.ª edição da Feira das Colheitas, que contou, este ano, com a visita da ministra da Agricultura, Ambiente, Mar e Ordenamento do Território, Assunção Cristas.
“Faltam acessos condignos. Arouca não pode ser vítima da má gestão de governos, que lançaram obras como a A32, uma terceira autoestrada Lisboa-Porto paralela a outras duas que passam a escassos 13 quilómetros do nosso concelho. Arouca só tem 10 quilómetros de via rápida concluídos e seria lógico que as obras pudessem prosseguir, com o apoio do atual QREN”, disse Artur Neves.
Reconhecendo as dificuldades da empresa pública, responsável pelas acessibilidades nacionais, em encontrar financiamento para os 15 por cento que lhe cabem - a obra é comparticipada em 85 por cento por fundos comunitários - para a conclusão da variante à EN 326, que custará 40 milhões de euros, o autarca anunciou: "O município de Arouca está disponível para sacrificar parte da sua larga capacidade de endividamento para, caso o Governo o autorize nas condições legalmente possíveis, facultar um empréstimo de seis milhões de euros à Estradas de Portugal”.
Ainda segundo Artur Neves, o empréstimo poderia ser feito “com base num acordo a firmar entre as partes”, de modo a assegurar a construção dos 13 quilómetros que faltam à via estruturante, garantindo simultaneamente as condições necessárias para que o Estado possa pagar a dívida à autarquia “num tempo razoável”.
O recado foi registado pela ministra da Agricultura, que referiu que a estrada em causa é “a mais conhecida do Parlamento”, de tantas vezes que foi falada na Assembleia da República. “O Governo está a avaliar todas as situações que tem entre mãos e, neste caso particular, competirá ao ministro da Economia, que também tem a área das Obras Públicas, reflectir sobre essa matéria”, disse Assunção Cristas.



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